Sábado, 11 de Março de 2017

REDUTOR!

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 Quão, mas quão redutor é classificar essa magnífica "fórmula literária" que é a Poesia de... "terapia"!

 

Nesta perspectiva, ocorre-me perguntar se realmente acreditam que Os Lusíadas pode ser encarado como um livrinho de "auto-ajuda"...

publicado por poetaporkedeusker às 07:09
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Domingo, 11 de Setembro de 2016

"DIA DE VIVER O HOJE E SEMEAR O AMANHÃ"

... a propósito da frase "... dia de viver o Hoje e semear o Amanhã" - lembro e relembro esta estranha sensação de desconforto - e de vida vivida a meia-haste... - que me percorre sempre que oiço/leio a velha máxima que nos recomenda que vivamos apenas o presente... e "um dia de cada vez"... penso que para um ser humano na sua plenitude, é sempre impossível e redutor viver sem a ideia de estar a contribuir, melhor, ou pior, mas tão bem quanto o consegue, para o amanhã da humanidade a que pertence.

 

Maria João Brito de Sousa - 10.09.2016

 

 

Semear amanhãs.jpg

 

publicado por poetaporkedeusker às 13:06
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Segunda-feira, 2 de Maio de 2016

ELA(S)

oculos cor de rosa.jpg

 

ELA(S)

 

 

Elas escolheram lá ter de semi-viver, ter de lutar a cada segundo pelo direito à próxima inspiração - arquejante(s) -, ter de sentir que a febre as aliena como se de excesso de vinho se tratasse... elas previram lá precisarem de estrebuchar, por dentro, à procura da palavra correcta, quando a sua existência se esculpe e acrescenta nas e pelas palavras e foi exactamente assim, sobre os alicerces da palavra escrita, que sobreviveram durante os últimos anos do seu percurso... porém, verdade seja dita, ela(s) jamais teria(m) querido vidas de algodão-doce, ou estradas de rebuçados, bombons e príncipes encantados. Elas protestam, mas estão em paz com as suas consciências e rejeitam os silicones exteriores... ou interiores.



Se, efectivamente, houvesse que escolher entre uma outra, ela(s) teria(m) escolhido a primeira, sem hesitar...



Quem pode escrever poesia decente cavalgando um unicórnio e envergando uns óculos côr-de-rosa?



Maria João Brito de Sousa - 02.05.2016

 

 

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Domingo, 3 de Janeiro de 2016

CONTOS DE FADAS...

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Nunca fui grande fã dos contos de fadas. Que me perdoem os inspiradíssimos autores, os muitos técnicos de saúde mental que sobre eles se têm debruçado e o senhor Bruno Bettelheim, cuja dissertação me dignei, agora mesmo, ler , ainda que em diagonal e com a pressa de quem, tendo graves problemas de falta de vista e nenhuma hipótese de adquirir os óculos adequados ao seu problema, a poupa tanto quanto vai podendo... (isto das prioridades tem cá um peso...)



Se é bem certo que os meus sete ou oito anos de vida dispensaram, sem hesitar, o aborrecidíssimo e desencantado sono de uma Bela Adormecida e o não menos estereotipado "beijo de amor" que a deveria acordar , para correrem a deleitar-se na crescentemente complexa conspiração dos microorganismos potencialmente patogénicos contra as brilhantes descobertas de Alexander Flemming, não menos certo será que Robert Stromberg, apesar da sua americaníssima raiz, me conseguiu despertar - a desoras... - para a verdadeira importância de um conto de fadas. Reinventado, admito, mas... ainda Conto de Fadas.



Para todos os que ainda não viram "Malévola", com olhos de ver, aqui fica a minha irrevogável recomendação.



Maria João Brito de Sousa - 03.01.2016

 

 

PS - Valeu a pena, avô poeta, teres-me contado tantas histórias de bruxas-boas e de fadas-mázinhas... ou incompetentes, mesquinhas, conflituosas e, sobretudo, estúpidas...

 

 

Os maniqueísmos cristalizados - e profundamente enraizados... - nunca foram o mais fértil dos terrenos, para quem pretendeu "plantar ", num mundozinho vergado a preconceitos e estereótipos, sementes de verdadeira,  florescente e criativa humanidade...

 

 





 

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Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2015

FELIZ NATAL 2015

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Sábado, 19 de Dezembro de 2015

BOAS FESTAS!

mafalda-mundo.gif

Só um louco acreditará que se pode nascer, viver e morrer sem mudar o mundo.

 

 

É mais do que evidente que cada um dos nossos mais automáticos gestos o vai mudando invariavelmente e que, mesmo depois de termos morrido, ele continuará a mudar, ainda que proporcionalmente ao quase nada que cada um de nós fez, ou deixou de fazer.

 

Nunca entendi - ou entendi, mas fui-me rindo baixinho e com gosto... - os que afirmam que só os loucos pensam que podem mudar o mundo, quando a realidade nos mostra, a cada segundo, exactamente o contrário.

 

De qualquer forma, pouco importa ao mundo que entendas, ou não, que te é perfeitamente impossível existir sem nele deixares a tua pegada e sem, portanto, o alterares um pouco.

 

 

Importante, verdadeiramente importante, será tão só a orientação/direcção da tua intenção de mudança.

 

Trata, pois, de defini-la bem, caso tudo isto seja novo para ti, e... Boas Festas!

 

 

Maria João Brito de Sousa - 19.12.2015

 

 

publicado por poetaporkedeusker às 17:44
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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2015

RESOLVENDO A EQUAÇÃO DO SENTIDO DA VIDA - Carta aberta a todos os que me lêem

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Desculpa-me esta ausência, mas ela está-me a ser absolutamente necessária, e - sem dramas, nem exageros - vital.

A saúde não vai nada bem e a vida complicou-se-me de tal forma e em tão diversas e simultâneas vertentes que nem sequer podes fazer um pequena ideia.

 

Estou a tentar algum apoio da segurança social, mas muitos dos problemas são praticamente insolúveis. O que é certo é que, não sendo tolinha de todo e auto-conhecendo-me como muito poucos se conhecem, faço o possível por evitar uma depressão reactiva a todas estas esmagadoras e crescentes dificuldades, o que implica algum descanso mental e uma maior "poupança" das poucas energias que me ainda me restam. Não posso, nem conseguiria, mesmo que o tentasse, nestas circunstâncias, acompanhar o ritmo de produção poética, publicações, visitas e interacções que mantive nestes quase, quase oito anos de actividade online. Nem sequer o desenrolar dos acontecimentos políticos estou a conseguir acompanhar e penso que sabes quão prioritários têm sido para mim.

 

O ano que vem é, para a minha vida pessoal, uma enorme incógnita, em termos de sustentabilidade, se é que a esta miséria material em que vivo se pode chamar sustentabilidade... mas restava-me a segurança desta minha casa, a consciência de ter evoluído poeticamente - um ponto absolutamente crucial para mim, como sabes... - e o teu/vosso apoio sempre amigo.

 

Assim fui resolvendo apaixonadamente a complexa equação do sentido da vida e assim me senti cumprida e perfeitamente preenchida enquanto poeta e ser humano, talvez pela primeira vez desde o início da minha adolescência... mas estas minhas "variáveis da equação da vida" tranformaram-se-me num último e inviolável reduto. Agora que mais do que uma delas está posta em causa e ameça colapsar, todos os meus humanos limites foram ultrapassados. Desapareceram - ou irão em breve desaparecer... - as condições mínimas à minha humana sobrevivência.

 

De momento, mantenho perfeitamente intacta a lucidez, claro, mas não a energia necessária para a traduzir poeticamente.

 

Tentarei vir até cá de quando em quando, mas fico perdida na multiplicidade dos comentários, citações e publicações e eu não sei - nem nunca soube... - fazer seja o que for sem pôr corpo e alma no que escrevo. Para o fazer quase automaticamente, contrariando os meus princípios apenas para manter as aparências e abdicando daquela qualidade que se traduz em tempo de interiorização, consciencialização, apreciação e resposta, é preferível que o não faça de todo.

Deixaria de ser quem sou se procedesse de outra forma.

 

Beijo grande.

 

Maria João Brito de Sousa

 

Oeiras, 10.12.2015 - 19.14h

 

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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2015

NA CASA

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Como todos os gatos, sou profundamente territorial.

 

Abomino a rápida e inevitável associação às imagens mais do que desgastadas- e atrozmente "pirosas"... - das heroínas urbanas "made in USA".

 

É tão só esta profunda comunhão com "a casa" que me alimenta o direito a dizer, mais ou menos a brincar, que tenho uma "costelazinha de gato". Ela e esta necessidade de estar tanto tempo sozinha comigo mesma na constante auscultação da matéria-prima dos meus poemas.

 

Todos sabemos que existe sempre a remota possibilidade de nos vir a cair o tecto em cima. Por vezes, cai-nos o mundo inteiro em cima, mesmo quando o tecto teima em manter-se firme,mas...

aqui somos e aqui morreremos. Na casa.

 

Maria João Brito de Sousa - 12.11.2015 - 12.14h

 

 

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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015

EM CONVERSA...

Cipriano Dourado.jpg

 

.... Quanto à métrica... (porque ando desde ontem com isto na cabeça...), ela chama-se assim por convenção literária e para facilitar o estudo da poesia, não para que olhemos para ela como uma imposição de regras superiormente impostas por meia dúzia de conhecedores e sim porque esses "conhecedores"/estudiosos/investigadores a foram descobrindo, na sua musicalidade, na própria poesia que analisaram. Se as pessoas pudessem entender isto não haveria tanta má vontade para com os poetas da poesia metrificada... já ouvi de tudo! Até há quem pense - imagina! - que temos de construir os poemas à força, obedecendo - por mera subserviência, pensam alguns... - às "regras"... como se os poemas, na sua musicalidade, não fluissem quase sozinhos, ao som dessa mesma partitura invisível. Claro que, no final, há que fazer uma revisão atenta, mas... essa processa-se quase sempre muito mais ao nível da plasticidade sintática do que ao da métrica propriamente dita... até podem levar-se horas a optimizar sintaticamente um soneto. Já me aconteceu e foram sempre horas que nunca considerei perdidas porque a poesia teve, tem e terá sempre uma função importantíssima na semi-vida de uma língua... e deve ser didática. Mesmo a poesia popular, com todas as suas características próprias e tão magnificamente ritmada, o é e sempre o foi, tanto quanto a erudita. E isto que fique bem claro diante dos tantos que a desprezam! Se a desprezam, fazem-no porque são profundamente ignorantes.

 

Maria João Brito de Sousa - 30.10.2015

 

Gravura de Cipriano Dourado

 
 
publicado por poetaporkedeusker às 15:29
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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2015

POESIA E POETAS

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Algumas linhas sobre poesia e poetas, transcritas de uma dissertação de Cunha e Silva Filho que, nestes pontos, subscrevo integralmente.

..."Os autores menores, ficcionistas, poetas ou dramaturgos, têm muito a nos ensinar e a nos transmitir. Todavia, o gênero poético é o que mais inflaciona um contingente enorme de autores menores, os quais tanto podem aparecer nas metrópoles quanto nas cidades menores.Há quem os chame depreciativamente de poetoides ou poetrastros, versejadores ou por outros epítetos análogos. São denominações constrangedoras, que susceptibilizam as pessoas, que devem ser usadas com muito cuidado. Alguém já afirmou que a literatura não só vive de gênios ou de grandes talentos. Não teria graça se assim o fosse. Os gênios são poucos. O que, porém,
não falta são escritores de menor expressão. Ainda mesmo entre os talentosos há os que não alcançam notoriedade nacional e muito menos universal."

....

..."O que diferencia o poeta menor do poeta maior: Eis uma questão que não é tão fácil assim de resolver, pois depende de vários fatores valorativos e formais, tendo à frente a questão da expressão verbal, enfim, da linguagem literária, da literariedade, da densidade temático-conteudística, da formação intelectual, do talento,da genialidade, da atividade poética contínua, entre outros.


Em geral, o que separa o grande poeta do mau poeta é semelhante ao teste da diferenciação entre um bom compositor de música popular de um mau compositor. Numa palavra, é uma questão de valor estético.


Um dos traços pertinentes e caracterizadores da poesia é o seu caráter de imprevisibilidade, e é esse traço distintivo que delimita a fronteira do nível elevado de expectativa lingüístico-formal. O poeta menor não é alguém visceralmente preocupado com a linguagem elevada ao estatuto metalinguístico. Esse nível altíssimo de elaboração formal tem por meta perseguida pelo artista da palavra a construção de metáforas e imagens que traduzam sentimentos humanos, emoções e realidades diversificadas. Poesia maior é luta pela expressão.


É a "palavra mágica' drummondiana.


Sem preparo artístico, aperfeiçoamento de técnicas e sólida formação literária, não há grande poeta. Ao contrário, o poeta menor, o versejador, esse resulta mais da improvisação, do mimetismo fácil, do que do estudo. Seria poeta mais dependente do fogo da inspiração fácil e artificial, do narcisismo pessoal, da imitação ingênua, da espontaneidade circunstancial que pensa fazer poesia quando apenas está dando largas a desabafos
subjetivos, a dores de cotovelo, a particulares circunstâncias enfrentadas em dado momento da vida. Alguns deles há que conseguem até ser felizes em alguns poemas escritos, mas, no geral, não conseguem um bom nível formal e inventivo de produção poética."...
....

..."Entretanto, alguns desses poetas se julgam ingenuamente com talento e dignos de publicação. Abrimos-lhes as primeiras páginas e ali vamos seguramente encontrar o déjá vu : os habituais acrósticos, as dores amorosas, versos às flores, o canto aos símbolos nacionais, os versos à natureza, e frequentemente o clássico lugar-comum: os poemas sobre o amor, correspondido ou não, as palavras adocicadas, com rimas, estrofes, a
linguagem correta, a métrica certinha, tudo segundo o emparedamento tradicionalista do tipo romântico (mais frequente), simbolista ou parnasiano, que pensa que Poesia se faz apenas de rimas, métrica, estrofe, algum ritmo, sentimentos de boa intenção ou palavras de efeito. NADA TÃO DISTANTE DA POESIA. (as maiúsculas foram assim transcritas por decisão minha)

Notas:

1. Ver SOUSA DANTAS, José Maria de. Discurso poético e Discurso não-poético, in: SOUSA DANTAS,
Jose Maria de. Didática da literatura. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária, 1982, p. 18.
2. Emprego o termo "marginal" aqui no sentido de publicar uma obra sem as exigências de fichas de catalogação
nos órgãos competentes, i. e., trata-se de publicações particulares em gráficas ou tipografias. O termo, neste contexto, nada tem a ver com poesia marginal, ou ficção marginal, que são formas literárias diferentes e já bem conceituadas teoricamente."

 

E, continuando eu, os parágrafos que reforcei ao tomar a decisão de sublinhá-los, não isentam minimamente, no meu entender, os poetas modernistas e pós-modernistas que adoptam o verso branco ou o verso livre, embalados pelo mesmo tipo de motivações e pelo mesmo desinvestimento no estudo da língua e no trabalho continuado, mesmo que o ritmo alucinado das publicações online possa servir-lhes de desculpa para um maior descuido ao nível da produção do texto poético.

A poesia maior, em todas as suas modalidades clássicas ou modernistas, é será sempre uma forma de luta pela expressão. 

Que as minhas palavras vos não levem a pensar que tenho uma postura elitista perante a poesia e que ao poeta se exige que tenha frequentado um curso superior. Nada pode ser mais falso, muitos dos maiores poetas que conheci nunca puseram os pés numa universidade e sou a primeira a defender, com "unhas e dentes", se necessário for, a poesia e osextraordinariamente talentosos  poetas de cariz popular.

O que não posso, nem poderei nunca aplaudir, é o sistemático desleixo e o facilitismo popularucho ou, por infeliz oposição, os gongorismos pedantes, artificiais e gratuitos que sempre foram recursos muito utilizados pelos "alpinistas" do poema.

Todo o poeta que como tal se assume publicamente pode e deve, na medida do razoável, trabalhar afincadamente no sentido de melhorar, a todos os níveis, a sua produção poética e o seu desempenho ao nível da escrita.

Também esse é um dos pilares de sustentação e uma das mais belas funções da Poesia, esse magnífico e vasto universo da palavra que luta e que canta.

 

Maria João Brito de Sousa - 19.10.2015

 

 

 

Nota - Os sublinhados são meus. 

publicado por poetaporkedeusker às 14:16
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